1. Skip to Menu
  2. Skip to Content
  3. Skip to Footer

Informativo CEA

Presença Anglicana na “Parada de Luta LGBTI” em Porto Alegre/RS

Após a aprovação, pelo 34º Sínodo Geral da IEAB, do casamento igualitário, e a consequente aprovação pelo 126º Concílio da Diocese Meridional, alguns meios de comunicação divulgaram o fato, entre eles: Jornal do Comércio, SBT, Sul-21. O fato também impactou movimentos onde a IEAB participa, sendo um deles, o recentemente criado, Movimento Democracia, Diálogo e Diversidade (suprapartidário que visa promover estes valores na sociedade ameaçada pela intolerância, pelo ódio e pela desinformação). Foi este movimento, também conhecido como M3D que abriu o espaço na “Parada de Luta LGBTI” (sendo que em Porto Alegre recebe o termo “luta”, por se considerar um ato político, não apenas cultural, em defesa desta população e do respeito à diversidade em todas suas formas).

IMG 20180731 WA0076A Parada aconteceu, como é já tradicional, no Parque da Redenção no dia 1º de julho de 2018. Nossa participação consistiu em nos apresentar e agradecer pela luta LGBTI que nos fez dar este importante passo evangélico e reconhecer todas as pessoas que creem como filhas e filhos de Deus, no sentido do que é afirmado no prólogo do Evangelho segundo a comunidade de João: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (Jo 1:11-12). E ainda compartilhando da convicção manifesta pelos apóstolos Paulo (Rm 2.11) e Pedro, segundo o relato de Lucas em Atos: “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” (Atos 10.34).

PARTICIPAÇÃO ANGLICANA NO ATO CONTRA A PROIBIÇÃO DO ABATE SAGRADO DE ANIMAIS NAS TRADIÇÕES DE MATRIZ AFRICANA

IMG 20180731 WA0075Esta marcha aconteceu no dia 31 de julho de 2018 articulando a Associação de Povos de Terreiro do RS, e o Fórum Interreligioso e Ecumênico em defesa da Democracia, Diversidade e Direitos. Este ato foi convocado como forma de ação política junto ao Procurador do Estado e a Assembleia Legislativa do RS. Em 2004 o legislativo gaúcho aprovou um parágrafo, dentro da lei de proteção aos animais, pelo qual estava autorizada a prática do abate ritual ou sagrado de animais dentro das práticas religiosas de Matriz Africana. No entanto, uma ação de inconstitucionalidade foi impetrada pelo Ministério Público nesse mesmo ano – inicialmente negada – e houve então recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF), que será julgado no dia 9 de agosto.

Este “enquadramento” religioso da lei de proteção aos animais atenta diretamente contra o caráter do Estado Laico e do respeito à liberdade religiosa, colocando uma prática ancestral e respeitosa – certamente mais respeitosa que a criação e abate industrial de animais – em situação de precariedade jurídica dando espaço para que ações antirreligiosas contra estas tradições possam ser impetradas.

O Rio Grande do Sul tem mais de 6000 terreiros, sendo a maior concentração de espaços sagrados de Matriz Africana no Brasil e no mundo. Não por acaso este tipo de ataque de intolerância e racismo teve origem neste Estado.
Como pessoas cristãs e dentro do que se afirma na 4ª Marca da Missão, não podemos agir de forma omissa diante de mais um atentado contra o povo negro e suas matrizes religiosas, que hoje não são somente do povo negro, mas que marcam a identidade cultural e religiosa do povo brasileiro. Oramos ao Nosso Senhor Jesus Cristo, nos somando as rezas de nossas irmãs e irmãos, para o STF resgate o respeito e gratidão a contribuição histórica e presente que o Povo de Terreiro oferece neste país.

Bispo Humberto Maiztegui
Bispo da Diocese Meridional
Coordenador da Comissão Nacional de Incidência Pública,
Direitos Humanos e Combate ao Racismo da IEAB

Comissão Nacional de Incidência Pública, Direitos Humanos e Combate ao Racismo

No Sínodo de 2018, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil - IEAB instituiu como Comissão Nacional de Incidência Pública, Direitos Humanos e Combate ao Racismo, representantes de suas Câmara Episcopal e Câmara Clerical/Laica.

 Bispo Humberto Maiztegui DM  Revda. Lilian Conceicao da Silva DAR  Sr. Daniel Souza DASP
 Sr. Pedro Montenegro DAB  Rev. Luiz Carlos Gabas DAP  

Como Comissão Provincial é papel nosso assessorar a IEAB em suas ações correlatas aos temas que nominam a Comissão, bem como prover a sistematização, a publicização e a visibilização dessas ações, de modo a ser instrumento de serviço e anúncio do Evangelho de Jesus Cristo, imprimindo e corporificando, sobretudo, três das cinco marcas de nossa missão:

  • Ter solidariedade com as pessoas pobres e necessitadas;
  • Desafiar (enfrentar) a injustiça, a opressão e a violência;
  • Proteger, preservar e renovar a vida em nosso planeta.

A partir de agora, de modo mais sistemático, compartilharemos notícias e notas sobre nossa atuação individual e comunitariamente, de modo a visibilizar o testemunho de compromisso com a promoção da vida plena, como decorrência do Evangelho do Filho Amado de Ruah.

Atividade de Conclusão - 07 a 20/08/2018

FINAL DISICPLINA

Bom dia a todos!

Informamos que já está disponível a última Unidade (Atividade de Conclusão - 07 a 20/08/2018) de sua disciplina.

Visto que alguns irmãos e Irmãs tiveram dificuldades ao longo desta caminhada do saber, e não realizaram algumas atividades avaliativas previstas (Fórum e/ou Envio de Arquivo); optamos em reabrir todas as atividades avaliativas (Unidades 1, 2 e 3) até a data final de entrega da Atividade de Conclusão (20/08/18).

Então vamos aproveitar esta oportunidade e realizar todas as atividades pendentes, para iniciarmos uma nova disciplina com a mesma garra e vontade.

Paz e Bem!

- Em caso de dúvidas entre em contato:

# Coordenação:
Revda Carmen Etel (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)
(51)3318-6122.

Mayara Machado (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.)
Secretaria Acadêmica

# Suporte Técnico:
Gibson Costa (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.) e WhatsApp (91)981959523.

- Acompanhe as novidades, informações e os destaques do Centro de Estudos Anglicanos - CEA, pelo site e suas redes sociais:
www.centroestudosanglicanos.com.br
www.facebook.com/CentroEstudosAnglicanos
instagram.com/centroestudosanglicanos

Primeiro Matrimônio Homoafetivo na IEAB

Em junho de 2018, em Brasília, o XXXIV Sínodo Geral da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) aprovou o casamento igualitário.

Logo em seguida, em reunião conciliar, a Diocese Meridional, foi a primeira Diocese da IEAB a aprovar o casamento igualitário.

E em meados do mês de julho, na Diocese Anglicana do Recife (DAR), também em reunião conciliar, foi acolhida a mudança canônica que permite a realização da cerimônia de pessoas do mesmo sexo.

No dia 22 de julho de 2018, na cidade de Recife, capital do estado de Pernambuco, a celebração do rito do Santo Matrimônio de Roberto Oliveira e Ivanildo dos Anjos. Sendo este o primeiro matrimônio de um casal homoafetivo na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), após a mudança canônica.

foto casamento

 

A celebração foi oficiada pelo Revdo. Eduardo Henrique, em meio a um clima de forte emoção e significado histórico. Esta cerimônia de casamento foi fruto de uma histórica luta da população LGBTTI no sentido da plena igualdade de seus direitos na Igreja de Cristo. Uma história que atravessa décadas em nossa Igreja, usada por vezes como argumento para cismas, como os acontecidos na DAR, mas que também foi marcada pelo progressivo estudo e reflexão sobre a sexualidade humana e que envolveu laicato e clero da Diocese. Dessa forma, de maneira madura e compromissada com o Reino de Deus, a IEAB dá um passo decisivo no sentido das políticas afirmativas de promoção da dignidade humana.

 

Revdo. Eduardo Henrique Alves.
Secretário de Educação Teológica na DAR-IEAB

Transformar o Pecado do Racismo em Graça pelo Dom da Diversidade

25 de julho: Salve, Tereza de Benguela e todas as Mulheres Negras!

Desde 1992, quando da realização do I Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, foi criada uma Rede com o mesmo nome e definido o dia 25 de julho como o Dia Internacional da Mulher Afro-latino-americanas e Caribenha.

Imagem 1 – 25 de julho

A partir de 2014, com o advento da Lei 12.987, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, celebramos, aqui no Brasil, o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza foi uma líder quilombola que liderou uma comunidade negra e indígena, resistindo bravamente à escravidão no século XVIII. Sua memória e sua trajetória nos deve inspirar e nos deve lembrar a importância das mulheres negras na História do Brasil.

FOTO 2 Tereza de Benguela

Afirmar essa data é fundamentalmente importante, sobretudo por um posicionamento político de reconhecimento de que historicamente o Brasil é um pais racista, que segrega as mulheres negras em guetos de discriminação sexista e racista, condenando-nos à morte diariamente, seja pelo genocídio de nossos filhos, jovens negros, que têm sido alvejados pelas polícias e pelo tráfico de drogas; seja pela morte de nossas jovens negras na negação de atendimento ou no atendimento irresponsável às jovens mães ou às que chegam aos hospitais buscando atendimento pós aborto clandestino; seja na violência de gênero que assola as mulheres negras em suas casas.

Reconhecer a tríplice discriminação de raça, classe e gênero imposta às mulheres negras é fundamental para a superação dessa realidade que nos desumaniza e nos impõe situações de vulnerabilidades que violam nossos direitos fundamentais enquanto seres humanos que somos.

Reconhecer que se além das identidades de raça, classe e de gênero, se a mulher negra pobre for também lésbica, idosa, com deficiência, acumulam-se sobre ela ainda mais discriminações e, por consequência, ainda mais vulnerabilidades, que a distanciam ainda mais de uma vida plena.

Resistir. Ocupar. Respeitar:

CEA 09JUL- DIGAMOS SIM À DIVERSIDADE RELIGIOSA!

Nos dias 19 e 20 de junho, o Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa – CNRDR esteve reunido em Brasília/DF, para renovar o diagnóstico da realidade de intolerâncias e desrespeitos, e para planejar ações de sensibilização, articulação e promoção de respeito à diversidade religiosa, em tempos de recrudescimentos de violações de direitos humanos fundamentais, com destaque ao direito humano de ter ou não religião.

O CNRDR é composto por ativistas da religião, pessoas estudiosas da religião e militantes de movimentos sociais de várias partes do Brasil. A composição assegura representatividade de todas as regiões do País, bem como o cuidado na equidade de gênero nessa composição.

As discussões e a partilha de experiências nos tem oportunizado fortalecer nossa luta, através de ações educativas de promoção do respeito à diversidade religiosa, em meio a um cenário onde nossa resistência na ocupação de espaços se torna também bandeira de fortalecimento das práticas de promoção do respeito.

O CNRDR está vinculado a Diretoria de Promoção e Educação em Direitos Humanos, da Secretaria Nacional de Cidadania, do Ministério dos Direitos Humanos do Governo Federal.

É de fundamental importância afirmar que o que se chama intolerância religiosa é, de fato, com toda a carga histórica e política que isso implica, racismo religioso. Por isso mesmo é necessário ocupar, resistir e respeitar.

Estando em ano eleitoral fica aqui a recomendação para que dediquemos especial atenção às plataformas políticas que reafirmam a laicidade do Estado e a garantia do respeito à diversidade religiosa, bem como o direito a não ter religião.

Como IEAB somos parte de uma Comunhão cujo ethos é ecumênico e que busca promover o respeito à diversidade religiosa.

Revda. Dra. Lilian Conceição da Silva

Enfrentar o Racismo: um desafio dentro e fora da Igreja

CEA 05JUL

No último dia 03 de julho celebramos no Brasil o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial. Em 1951, nessa mesma data, foi aprovada a Lei n° 1.390, conhecida como Lei Afonso Arinos (jurista, político e escritor mineiro proponente da Lei), que determinou como infração penal o preconceito por raça ou cor.

Como Igreja Episcopal Anglicana do Brasil é fundamental que reconheçamos o desafio de fazermos parte de um país cuja maioria da população é negra e que isso tem implicações explícitas no cotidiano de nossas vidas. A tripla discriminação de raça, de gênero e de classe impõe condições de intensa vulnerabilidade à essa população, especialmente às mulheres negras.

No Sínodo realizado em junho próximo passado foi aprovada uma moção que desafia a IEAB a assumir o tema “2015-2024 - Década Internacional de Afrodescendentes”, definida pelas Nações Unidas (ver: decada-afro-onu.org/), como pauta prioritária em sua agenda no interregno sinodal, promovendo ações educativas de sensibilização e enfrentamento ao racismo, que no Brasil é responsável por significativas violências:

Tutu

O Evangelho de Jesus Cristo é incompatível com práticas racistas. Se nos dizemos discípulas e discípulos de Jesus, enfrentar o racismo deve ser premente ação na tarefa de evangelizar, anunciar as Boas Novas.

Revda. Dra. Lilian Conceição da Silva

Novidades CEA

Reflexões Nº7 – Centro de Estudos Anglicanos…

Reflexões Nº7 – Centro de Estudos Anglicanos

Comunhão e Compaixão - Lambeth

Read More...

Livro: Herdeiros da Fé…

Livro: Herdeiros da Fé

Herdeiros da Fé Livro do Professor…

Leia Mais > Livro:...

Panfleto: Mistério da fé – Série Liturgia II - Dom Sumiu Takatsu…

Reflexões Nº9 – Centro de Estudos Anglicanos…

Reflexões Nº9 – Centro de Estudos Anglicanos

de Virgínia(Reátório da Comiss

Read More...

Reflexões Nº6 – Centro de Estudos Anglicanos…

Reflexões Nº6 – Centro de Estudos Anglicanos

ia Anglicana: Evolução, Diversidad

Read More...

Destaque CEA

IEAB…

IEAB

Conheça o site da IEAB - Igreja Epis…

Leia Mais > IEAB…

Calendário de Assessorias e Projetos Diocesanos 2014…

Calendário de Assessorias e Projetos Diocesanos 2014

A seguir publicamos o Calendário de Asse

Leia Mais > Calendário...

Comunhão Anglicana…

Alterações canônicas para a Educação Teológica na IEAB…

Alterações canônicas para a Educação Teológica na IEAB

[+] Acesse aqui as Mudanças Canônicas...…

Leia Mais > Alterações...

Curso em EAD…

Curso em EAD

    Conheça nos Cursos de Formação…

Leia Mais >Curso em...

Últimos Comentários

  • Novo site, novos tempos
    João Maciel João Maciel
    Olá Equipe do CEA, gostaria de parabenizar a todos que estão nesta missão de partilha do conhecimento ...

    Leia mais ...

     
  • Deixe seu Comentário
    Alessandra Alessandra
    Paz e amor elisandrotc@gmail.com

    Leia mais ...

     
  • História do CEA
    manicure manicure
    Good post. I learn something new and challenging on sites I stumbleupon everyday. It will always ...

    Leia mais ...

© 2013-2017 Centro de Estudo Anglicanos - CEA. Todos os direitos reservados.

Desenvolvimento e Hospedagem de Sites

Salvar

Salvar