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Informativo CEA

Inicio de Novas Disciplinas - 01/04/2019

010419

Caros Alunos do Curso de Imersão em Anglicanismo do Centro de Estudos Anglicanos – CEA, informamos que as disciplina de Teologia Anglicana I (4T2019 - Modulo I) e Leitura da Bíblia na Perspectiva Anglicana II (3T2018-2019 - Módulo II) terão inicio nesta segunda-feira (01/04/19)

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Demais dúvidas entre em contato com a Coordenação do curso:

Noite de Autógrafos - 27/03/19

NOITE AUTOGRAFOS MARÇO2019

Convidamos a todxs para Noite de Autógrafos no dia 27/03, às 19h, no Auditório do Escritório da Diocese Meridional, Rua Ludolfo Boehl, 278 - Teresópolis - Porto Alegre - RS. Essa é mais uma iniciativa do Centro de Estudos Anglicanos – CEA e da Junta Nacional de Educação Teológica - JUNET.

Livros da Noite de Autógrafos:

Amar os próprios inimigos, fazer o bem, não odiar: um eco do sétimo domingo após a Epifania para a Quaresma.

150319

Jesus nos adverte para não reproduzirmos a lógica mundana das relações baseadas na violência. Vingança, revanchismo são inconciliáveis a ética do Reino, estão em desarmonia com o evangelho. Não há lugar para condutas autoritárias, punitivas, elitistas, classistas, excludentes. Nossas relações cotidianas estão permeadas por essas atitudes, mecanicamente as reproduzimos, estão banalizadas. É preciso resistir a essas estruturas perversas. Cristãos e cristãs que as praticam dão mal testemunho, vivem um anti Evangelho, uma apostasia, que não significa afastamento de instituições ("estar longe de" na etimologia grega). Agindo assim, transformam a imagem cristã em fundamentalista, intolerante, irrefletida e com um nítido projeto de poder para anular a diversidade humana. “Por vossa causa, o nome de Deus é blasfemado entre todos os povos!” (Rm 2.24).

Quando afirma ‘sejam misericordiosos’(v.36), nos convoca a atitudes que desmontem, desarmem quem nela crêem como a lógica das nossas relações intersubjetivas. Cabe aprender de um Deus que é misericordioso, e que as relações e experiências cotidianas sejam permeadas dessa misericórdia. Estar em uma constante atitude reativa, de violência verbal, mostrada através de insultos, desqualificação pessoal, xingamentos, palavras danosas que têm a intenção de ridicularizar, humilhar, manipular e/ou ameaçar...

Memória de Absalóm Jones

AbsalomJones

13 de fevereiro - Memória de Absalóm Jones, primeiro Sacerdote Afrodescendente na Comunhão Anglicana, 1818.

"Os mestres sábios, aqueles que ensinaram muitas pessoas a fazer o que é certo, brilharão como as estrelas do céu, com um brilho que nunca se apagará."

Daniel 12: 3

Via: Rev. Cézar Fernandes Alves.

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Trinta anos de uma histórica sagração episcopal feminina

2019 ANG 10 A Bispa Barbara Harris

O lugar de Barbara Harris, a primeira mulher a se tornar bispa na Comunhão Anglicana.

Em 11 de fevereiro de 1989, Barbara Clementine Harris, atualmente com 88 anos de idade, foi sagrada bispa na Igreja de Deus, Santa, Uma, Católica e Apostólica, na Diocese Episcopal de Massachusetts. Ela foi a primeira mulher e, como se não bastasse a primeira mulher negra, a ser ordenada na Igreja Episcopal, e, por isso, na Comunhão Anglicana de todo o mundo.

Naquele dia, ela recebeu até ameaças de morte e inúmeras mensagens obscenas. Barbara Harris realmente incomodaria como mulher — e mulher e negra — numa posição até então protagonizada por homens, em sua maioria, brancos dentro e fora da Comunhão Anglicana. O protagonismo não poderia se perpetuar privativo de uma classe. Aliás, se entendermos que o contexto de todo o assédio de ordem moral por que passou Barbara era dentro de setores paradoxalmente intransigentes do Cristianismo, sim, contraditoriamente na contramão do Movimento de Jesus, compreenderemos a razão de terem encorajado que ela usasse um colete a prova de bala na sua sagração. Ela se recusou. Uma unidade da polícia de Boston foi designada, a pedido do Sínodo, para salvaguardar sua integridade e a própria consagração episcopal.

Nota do CONIC sobre o Decreto que facilita a posse de armas

cea decreto armasFoi realizada, nos dias 17 e 18 de janeiro, em Brasília, mais uma reunião de Diretoria do CONIC. Na pauta do encontro estava a preparação para a Assembleia deste ano – de 28 a 30 de maio – a reunião conjunta com a diretoria da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), em Salvador, nos dias 4 e 5 de abril, além do encontro entre igrejas brasileiras e palestinas (confira a matéria aqui). Um dos encaminhamentos do encontro foi a elaboração de uma nota a respeito do Decreto presidencial que, na prática, facilitou o acesso de pessoas a armas de fogo.
 
Confira a nota:
 
Decreto que facilita acesso a armas é preocupante
 
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou;
não vo-la dou como o mundo a dá. (Jo 14:27)
 
O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) vem a público manifestar sua preocupação pela publicação do Decreto da Presidência da República que facilita a posse de armas de fogo. Segundo o Decreto, assinado no dia 15 de janeiro, toda a pessoa com mais de 25 anos e sem antecedentes criminais poderá possuir até quatro armas em casa. Além disso, o Decreto estende a validade do registro de cinco para 10 anos, possibilitando a renovação automática do registro caso o portador da arma de fogo não esteja em situação irregular. 
 
Enquanto igrejas, acreditamos que o papel de todas as pessoas deve ser a promoção de uma cultura de paz.  Ao Estado cabe desenvolver programas de fortalecimento dos direitos humanos, de valorização dos profissionais da segurança pública, de garantia do acesso à justiça (especialmente daquelas pessoas que vivem em territórios de maior vulnerabilidade), além de desenvolver programas de ressocialização voltados às pessoas que cumprem penas privativas de liberdade e para egressos do sistema prisional, entre outras medidas contempladas no Artigo 3 da Lei 11.530/07. 
 
Na Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2005 - “Felizes os que promovem a paz” - nos empenhamos pela aprovação do Estatuto do Desarmamento. Acreditamos que uma sociedade armada não conduz à justiça ou à paz.  A fé nos oferece a certeza de que não se supera a violência com mais violência. Cabe-nos trilhar o caminho anunciado pelo profeta Isaías, que diz que bom é viver numa terra aonde as “espadas se tornem arados” (Is 2:4).
 
Com a publicação do novo Decreto, a flexibilização de requisitos poderá permitir que mais armas entrem em circulação em todo território nacional. Cabe notar, contudo, que 61% da população brasileira rejeita a ideia de se facilitar o acesso às armas de fogo (Datafolha, em 31 de dez de 2018). Diversos estudos ligam o acesso facilitado a armas a suicídios e acidentes.  
 
Também é importante lembrar que, há seis meses, o relatório da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência recomendou restrição de acesso a armas de fogo. O documento traz um dado que assusta: apesar de ter 3% da população mundial, o Brasil responde por 14% dos homicídios em todo o mundo, com taxas semelhantes a países como Ruanda e Congo, que vivem situação de guerra civil. 
 
Muitos dos que defendem a flexibilização da posse de armas argumentam que o Estatuto do Desarmamento não deteve o avanço da violência. Mas isso não é verdade.  Basta dizer que nos nove anos anteriores à aprovação do Estatuto, de 1995 para 2003, a taxa de homicídios aumentou 21,4%. Nos nove anos seguintes, de 2003 para 2012, a mesma taxa aumentou 0,3%. Ou seja: mesmo com uma população consideravelmente maior, a taxa quase que foi freada. 
 
Para as mulheres e crianças, sobretudo, armas dentro de casa representarão riscos ainda maiores. Dos 46.881 homens mortos por armas de fogo em 2017, cerca de 10% morreram dentro de casa. No caso das 2.796 mulheres mortas da mesma forma, 25% foram vitimadas em domicílio. Em matéria publicada na revista Exame, a promotora de Justiça do MP de São Paulo, Silvia Chakian, integrante do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica, diz que a “flexibilização da posse de arma de fogo potencializa o risco de todas essas mortes por razões banais. Muitas mulheres morrem por força de conflitos corriqueiros e domésticos. Discussões que hoje terminam num empurrão ou num tapa podem terminar num feminicídio”.
 
Armar a população é reconhecer a incapacidade do Estado de desenvolver a política de segurança pública orientada pelos tratados de Direitos Humanos. É uma tentativa de terceirizar a segurança pública, que é dever do Estado. 
 
Preocupa-nos que este Decreto tenha sido assinado ignorando a ampla discussão com a sociedade acumulada nos últimos anos, curvando-se a interesses de grupos específicos. E lamentamos que pessoas cristãs têm empenhado tempo e prestígio na defesa dessa pauta que não corresponde à vontade de Jesus Cristo, afinal, ao longo de sua vida, Jesus anunciou a paz. 
 
Por isso, clamamos ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal que deem espaço à sensatez e desfaçam, no amparo da Lei, o Decreto assinado pela Presidência da República.
 
“Bem-aventuradasas pessoas pacificadoras,
pois serão chamadas filhas de Deus” (Mt 5:9)
 
CONIC - CONSELHO NACIONAL DE IGREJAS CRISTÃS DO BRASIL

DIA NACIONAL DE COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA!

21jan2019

Um lindo Dia 21 de janeiro, DIA NACIONAL DE COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA!

Irmanemo-nos por uma sociedade que celebre e respeite a diversidade religiosa; reconhecendo que a revelação divina não é exclusividade de uma única tradição religiosa. Bem como reconheçamos o direito conquistado de vivermos em um estado laico, no qual a diversidade religiosa pressupõe o direito de quem não tem e não quer ter religião.
Como pessoas anglicanas, sentimo-nos constrangidas pelo Evangelho de Jesus Cristo, a respeitarmos as pessoas em suas expressões de fé.

Por isso, na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), Bispa e Bispos; Clérigos e Clérigos; e pessoas leigas, participamos de fóruns, grupos de estudos e outras organizações que assumem o tema do RESPEITO À DIVERSIDADE RELIGIOSA como pauta prioritária em nossa caminhada de fé.

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Reflexões Nº8 – Centro de Estudos Anglicanos…

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ões da Conferência de Lambeth 199

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ia Anglicana: Evolução, Diversidad

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A seguir publicamos o Calendário de Asse

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